Marcar e conferir a posição de cada elemento de fundação e de apoio da estrutura, antes que o erro seja concretado.
A locação de fundações é a transferência do projeto estrutural para o terreno: cada estaca, sapata, bloco, pilar ou chumbador precisa estar na posição prevista, dentro da tolerância admitida pelo projeto. É uma das atividades topográficas em que o erro tem consequência estrutural direta.
O serviço acontece em duas frentes complementares. Antes da execução, a marcação indica onde cada elemento deve ser executado. Depois, a conferência mede o que foi executado de fato, gerando o registro da posição real, que a engenharia estrutural pode precisar para avaliar excentricidades.
Em montagens metálicas e industriais, o ponto crítico são os chumbadores: uma placa de base fora de posição ou fora de nível compromete o encaixe da estrutura que chegará pronta ao canteiro, e a correção em campo é sempre onerosa.
A obra precisa marcar estacas ou sapatas conforme o projeto estrutural, a partir dos eixos já implantados.
Os elementos chegam prontos e exigem posição e nível de chumbadores compatíveis com a fabricação.
É necessário saber a posição real das estacas e blocos executados, para avaliação de excentricidade pelo projetista.
Novos elementos precisam ser posicionados em relação a uma estrutura já existente e medida.
Materialização dos eixos estruturais a partir do apoio da obra, com verificação de esquadro e distâncias entre eixos.
Extração das coordenadas de cada elemento a partir do projeto estrutural, com conferência da consistência do desenho.
Locação dos pontos de cada estaca, bloco, pilar ou chumbador, com identificação clara e referência recuperável.
Transferência das cotas de arrasamento, de apoio e de base conforme o projeto, com nivelamento das referências.
Medição da posição real dos elementos após a execução, com relatório de desvios em relação ao projeto.
Equipamento principal da locação, pela precisão angular e linear necessária ao posicionamento dos elementos.
Controle das cotas de arrasamento, base e apoio, especialmente em placas de base e chumbadores.
Uso combinado com a marcação topográfica para posicionar conjuntos de chumbadores mantendo a geometria interna.
A combinação de equipamentos é definida conforme o objetivo do trabalho, o porte da área e a precisão necessária. Não há um único arranjo aplicável a todos os casos.
O valor é definido caso a caso, após entender escopo e condições de campo. Não trabalhamos com tabela fixa divulgada.
A locação é executada por profissional habilitado, com ART conforme o escopo. As tolerâncias e a aceitação dos desvios são definidas pelo projetista estrutural.
A partir dos eixos estruturais implantados topograficamente, locando cada elemento por coordenadas e controlando as cotas com nível. A marcação direta com trena a partir de divisas acumula erro rapidamente.
Deslocamentos que geram excentricidade nos blocos, necessidade de reforço estrutural, conflito com pilares e retrabalho em elementos já concretados.
Com marcação topográfica dos eixos e uso de gabarito para manter a geometria interna do conjunto, além de controle rigoroso de nível da placa de base.
É recomendável, porque a execução sempre apresenta desvio. O relatório permite ao projetista avaliar se o desvio é aceitável ou se exige tratamento.
O projeto estrutural. A topografia mede e informa o desvio; a decisão sobre aceitação é do responsável pelo projeto.
Sim, e nesse caso é ainda mais crítica, porque as peças chegam prontas e não admitem ajuste significativo em campo.
Envie a localização, os documentos disponíveis e a finalidade do trabalho. A análise do escopo define método, entregáveis e proposta.