
Atendimento em todo o Estado de São Paulo
Cálculo de volumes a partir de voo fotogramétrico com RTK e apoio de campo com GNSS, com critérios de superfície de referência declarados e campanhas comparáveis ao longo do tempo.
Responsável técnico: Luís Henrique de Almeida Souza — CREA-SP 5061174960. Empresa registrada no CREA-SP 2691411.
Estoque estimado por caminhão contado, corte e aterro conferido por seção esparsa e pilha medida com trena produzem números que ninguém consegue defender depois. A volumetria com drone troca a estimativa por uma superfície medida, com registro do critério usado.
O cálculo sempre compara duas superfícies: a superfície levantada e uma referência. Definir essa referência é a decisão técnica mais importante do serviço, e é o que separa uma medição auditável de um número isolado.
Definição da finalidade, do material, da referência e do critério de aceitação.
Janela operacional junto à operação do pátio ou da obra e plano de voo compatível com o relevo.
Apoio de campo com GNSS RTK e checkpoints para verificação independente.
Voo fotogramétrico com Matrice 4E RTK, com complementação terrestre quando houver áreas ocultas.
Geração da superfície em Agisoft Metashape e DJI Terra e modelagem em Civil 3D e QGIS.
Conferência contra checkpoints, análise de consistência e revisão dos limites de cálculo.
Relatório com memória de cálculo, tabelas, arquivos e ART, conforme o escopo.
O levantamento não é automaticamente uma medição contratual. Finalidade, método e critérios de aceitação precisam ser definidos no escopo.
A execução é definida após análise técnica, operacional e das autorizações aplicáveis.
Retornamos com as informações necessárias para dimensionar o levantamento.
Isso depende do contrato. O levantamento pode subsidiar medições, mas a finalidade, o método, a superfície de referência e os critérios de aceitação precisam estar definidos no escopo e acordados entre as partes antes da campanha.
Ela pode ser o terreno original levantado antes da movimentação, o projeto geométrico, uma base de pátio conhecida ou uma campanha anterior. A escolha muda o resultado, por isso é registrada no relatório.
Diferenças costumam vir da superfície de referência adotada, do limite do polígono considerado, do apoio de campo, do ângulo de talude na base da pilha, de material solto ou compactado e do momento da coleta. Explicitar esses critérios é o que torna as campanhas comparáveis.
Em muitos casos sim, com planejamento de janela operacional e alinhamento de segurança. Movimentação de material durante o voo compromete a comparabilidade, então a coleta é combinada com a operação.
Depende do uso: fechamento mensal de estoque, medição por etapa de obra ou acompanhamento semanal de terraplenagem. A periodicidade entra no escopo e influencia o custo.
Conforme o escopo: relatório técnico com memória de cálculo, tabela de volumes por área ou pilha, ortofoto da campanha, modelo digital, superfícies comparadas e arquivos em DXF, CSV ou PDF.