Medir o que foi montado e comparar com o projeto, transformando dúvida de campo em número verificável.
Controle geométrico é a verificação dimensional do que foi executado ou montado: posição, alinhamento, nível, esquadro, distância entre eixos e ortogonalidade. O resultado não é uma opinião, é um conjunto de medidas comparadas ao projeto e às tolerâncias definidas.
É demandado quando a montagem não encaixa, quando o equipamento apresenta comportamento anormal, quando há disputa entre montadora e contratante sobre a qualidade da execução, ou como etapa de qualidade prevista antes da liberação de uma frente.
O trabalho depende de duas definições prévias: quais grandezas serão verificadas e qual tolerância será usada como critério. Sem esse acordo, o relatório apresenta desvios sem base de aceitação, e a discussão continua sem solução.
Peças fabricadas fora do canteiro não se acomodam na estrutura, e é preciso descobrir onde está o desvio.
O contrato prevê conferência dimensional antes de liberar a etapa seguinte da montagem.
As partes discordam sobre a conformidade do executado e é necessária medição independente documentada.
Vibração, desgaste irregular ou travamento sugerem desvio geométrico que precisa ser medido.
Acordo prévio sobre o que será medido e qual critério de aceitação será aplicado, com base no projeto e nas especificações do fornecedor.
Estabelecimento de uma rede local estável, condição para que medidas repetidas sejam comparáveis entre si.
Coleta dos pontos que definem a geometria do elemento verificado, com repetições para avaliar consistência.
Ajuste geométrico e comparação com o projeto, apurando desvios de posição, alinhamento, nível e esquadro.
Apresentação dos desvios medidos, do método, das condições de campo e da comparação com a tolerância adotada.
Base do controle geométrico, com medição angular e linear de pontos definidos sobre o elemento verificado.
Verificação de nivelamento de bases, apoios e trilhos, onde a componente vertical é determinante.
Aplicado quando a geometria é complexa ou quando é necessário comparar superfícies inteiras contra o modelo de projeto.
A combinação de equipamentos é definida conforme o objetivo do trabalho, o porte da área e a precisão necessária. Não há um único arranjo aplicável a todos os casos.
O valor é definido caso a caso, após entender escopo e condições de campo. Não trabalhamos com tabela fixa divulgada.
O relatório é emitido por profissional habilitado, com ART quando aplicável, e a aceitação dos desvios é decisão do responsável pelo projeto ou pela operação.
É a medição das grandezas geométricas de um elemento executado ou montado, comparada ao projeto e às tolerâncias definidas, com registro documentado dos desvios.
O projeto, a especificação do fabricante ou o contrato. A medição informa o desvio; o critério de aceitação vem dessas fontes.
Serve como documentação técnica das medições realizadas nas condições registradas. O uso em discussão contratual depende do encaminhamento adotado pelas partes.
Depende da grandeza verificada. Alguns levantamentos são feitos com a planta operando; verificações de alinhamento e nivelamento costumam exigir parada.
O as built documenta o que existe. O controle geométrico compara o que existe com o que deveria existir e apura o desvio em relação a uma tolerância.
O relatório apresenta os desvios medidos. A definição da correção é atribuição do projetista ou do responsável pela montagem, que avalia causa e solução.
Envie a localização, os documentos disponíveis e a finalidade do trabalho. A análise do escopo define método, entregáveis e proposta.