Campanhas periódicas de deslocamento superficial em marcos da crista e dos taludes, com referência externa estável.
O monitoramento topográfico de barragens acompanha o deslocamento superficial de marcos instalados na crista, nos taludes e nas bermas. As campanhas repetidas mostram se há movimento, em que direção e com que velocidade.
Esse acompanhamento é uma das componentes da instrumentação da estrutura. Ele mede deslocamento na superfície, e se articula com os demais instrumentos previstos pelo responsável técnico da barragem, que integra as informações.
A rede de referência é o ponto crítico. Os marcos de apoio precisam estar em terreno estável, fora da zona de influência do maciço, e ser verificados a cada campanha. Sem isso, não é possível afirmar que o deslocamento medido pertence à estrutura.
A estrutura tem plano de monitoramento que prevê campanhas topográficas periódicas.
Não existe registro de deslocamento e é necessário estabelecer a campanha zero e iniciar o acompanhamento.
Fissuras, abatimento de crista ou deslocamento aparente exigem quantificação imediata.
Cheia, chuva intensa ou variação rápida de nível motivam verificação da geometria da estrutura.
Distribuição de marcos superficiais na crista, nos taludes e nas bermas, conforme a geometria e o plano de monitoramento.
Marcos de apoio em terreno estável fora da zona de influência, verificados a cada campanha.
Determinação da posição inicial de cada marco, com registro do método e da precisão obtida.
Medição dos mesmos marcos com o mesmo método e a mesma referência, na periodicidade definida.
Deslocamento acumulado e do período por marco, em planta e em cota, com gráficos de evolução e observações.
Medição tridimensional dos marcos superficiais a partir da rede de referência externa.
Aplicado na determinação e na verificação da rede de referência e em marcos com boa recepção de satélite.
Controle da componente vertical dos marcos, especialmente ao longo da crista.
Complementa o monitoramento com a superfície geral da estrutura e do entorno, sem substituir a medição dos marcos.
A combinação de equipamentos é definida conforme o objetivo do trabalho, o porte da área e a precisão necessária. Não há um único arranjo aplicável a todos os casos.
O valor é definido caso a caso, após entender escopo e condições de campo. Não trabalhamos com tabela fixa divulgada.
As campanhas e relatórios topográficos são de responsabilidade de profissional habilitado, com ART. A avaliação de segurança da barragem e a integração da instrumentação são atribuição do responsável técnico pela estrutura.
O deslocamento superficial de marcos instalados na crista, nos taludes e nas bermas, em planta e em cota, comparado entre campanhas.
Não. Ele é uma das componentes do monitoramento e mede deslocamento superficial, complementando os demais instrumentos previstos.
É definida no plano de monitoramento da estrutura e pelo responsável técnico, conforme categoria de risco, histórico e comportamento observado.
Para garantir que estejam em terreno estável. Se a referência se mover junto com o maciço, o deslocamento medido deixa de ser confiável.
Contribui com o levantamento da superfície e do entorno, mas o deslocamento dos marcos exige medição topográfica de precisão.
O escopo topográfico entrega as medições e os relatórios de deslocamento. A avaliação de segurança é atribuição do responsável técnico pela estrutura.
Envie a localização, os documentos disponíveis e a finalidade do trabalho. A análise do escopo define método, entregáveis e proposta.