Inventário de riscos e plano de ação estruturados conforme a NR-1, com levantamento em campo e documentação organizada para fiscalização e gestão.
O Programa de Gerenciamento de Riscos é a espinha dorsal da gestão de segurança e saúde no trabalho segundo a NR-1. Ele substituiu a lógica de documento isolado por um processo: identificar perigos, avaliar riscos, definir medidas de prevenção, implementar, monitorar e revisar. O PGR é composto essencialmente por dois elementos, o inventário de riscos e o plano de ação.
É aí que muitas empresas se frustram. Contratam um documento genérico, montado a partir de modelo, com riscos que não correspondem ao que existe na operação e com plano de ação que ninguém acompanha. Na primeira fiscalização, na primeira ocorrência ou na primeira exigência de cliente, o documento não sustenta.
Um PGR útil parte do levantamento em campo. É necessário percorrer a operação, entender os processos, ver as máquinas, observar como o trabalho é realmente executado, conversar com quem executa, identificar os perigos por função e por ambiente, e avaliar os riscos com critério consistente. Riscos físicos, químicos, biológicos, de acidentes e ergonômicos entram nessa análise, cada um com o tipo de avaliação adequado.
O PGR também não vive isolado. Ele conversa com o PCMSO, com a avaliação ergonômica prevista na NR-17, com a análise de riscos em máquinas da NR-12, com o LTCAT quando há exposição a agentes nocivos e com os laudos de insalubridade e periculosidade quando aplicável. Documentos desconectados entre si são um problema clássico e aparecem rápido em auditoria.
A LHGEO Engenharia elabora o PGR com levantamento em campo, inventário fundamentado e plano de ação exequível, com prazos e responsáveis definidos junto à empresa. O trabalho é conduzido por profissional habilitado em Engenharia de Segurança do Trabalho, com registro no Crea, e articulado com os demais programas quando necessário.

Programa inexistente, vencido ou elaborado a partir de modelo genérico, sem relação com a operação real.
Empresas contratantes solicitam PGR válido e coerente como condição para contratação e liberação de serviço.
Necessidade de regularizar a documentação de SST após fiscalização, notificação ou auditoria interna.
Alterações significativas na operação exigem reavaliação dos riscos e atualização do inventário.
Ocorrência que evidencia risco não tratado e demanda revisão do inventário e do plano de ação.
PGR, PCMSO, LTCAT e laudos com informações divergentes entre si, o que fragiliza toda a documentação.
Visita à operação, observação das atividades, dos ambientes, das máquinas e das condições reais de trabalho.
Mapeamento de setores, funções, tarefas, jornadas e organização do trabalho relevante para os riscos.
Reconhecimento sistemático dos perigos por ambiente e por função, incluindo atividades não rotineiras.
Classificação com critério consistente, considerando severidade, probabilidade e medidas já existentes.
Consolidação documental exigida pela NR-1, com a caracterização dos riscos identificados na organização.
Definição das medidas de prevenção, com responsáveis, prazos e forma de verificação da implementação.
Alinhamento com PCMSO, avaliações ergonômicas, análise de riscos em máquinas e laudos ocupacionais.
Quando o reconhecimento indica necessidade de mensuração de agentes, a avaliação é definida em escopo próprio, com metodologia e instrumentação adequadas.
Apoio na implementação das medidas, revisões periódicas e atualização quando há mudanças relevantes.
Entendimento da atividade, do porte, do grau de risco, dos documentos existentes e das exigências aplicáveis.
Levantamento em campo com registro fotográfico, observação das tarefas e entrevistas com trabalhadores e liderança.
Análise dos perigos por função e ambiente, com classificação e verificação das medidas existentes.
Consolidação técnica do inventário conforme os requisitos da NR-1.
Definição das medidas, priorização e pactuação de prazos e responsáveis com a empresa.
Apresentação do programa, orientação sobre implementação, monitoramento e prazos de revisão.
O valor é definido caso a caso, depois de entender o escopo real. Não divulgamos tabela fixa, porque situações diferentes exigem trabalhos diferentes.
O trabalho é conduzido por profissional habilitado em Engenharia de Segurança do Trabalho, com registro no Crea e responsabilidade técnica registrada sobre a atividade contratada. O PGR é elaborado com base em levantamento de campo e nos requisitos da NR-1. Avaliações quantitativas de agentes ambientais dependem de instrumentação e metodologia específicas e são contratadas em escopo próprio. Aspectos de saúde ocupacional e o PCMSO são de competência do médico do trabalho, com quem o programa é articulado.
A NR-1 estabelece a obrigação de gerenciamento de riscos ocupacionais para as organizações, com dispensas e simplificações previstas para determinadas situações, conforme porte e grau de risco. A verificação do que se aplica ao seu caso é feita no diagnóstico inicial, considerando CNAE, número de trabalhadores e atividades desenvolvidas.
Sim, no arranjo atual da NR-1 o gerenciamento de riscos passou a ser estruturado por meio do PGR, composto por inventário de riscos e plano de ação, com abrangência maior que a do antigo programa.
O programa deve ser mantido atualizado, com revisões periódicas conforme os prazos previstos na norma e sempre que ocorrerem mudanças relevantes nos processos, no layout, nas máquinas ou após acidentes e alterações que modifiquem os riscos.
Depende do porte, do número de funções e setores, do grau de risco, da quantidade de unidades e da necessidade de avaliações quantitativas. Empresas com processos simples e empresas industriais com muitas máquinas têm escopos muito diferentes.
O reconhecimento dos riscos indica quando a mensuração é necessária. As avaliações quantitativas exigem instrumentação e metodologia próprias e são definidas em escopo específico, integrando-se ao programa.
Sim, quando o acompanhamento é contratado. Nessa modalidade, há verificação periódica do andamento das medidas, atualização do plano e apoio à empresa nas revisões.
Sim. A base é em Ribeirão Preto, com atendimento à região e a outras localidades conforme o porte do trabalho e o deslocamento envolvido.
Descreva a situação, envie fotos, documentos e o endereço. A análise do escopo define o que é realmente necessário, o que pode ser assumido tecnicamente e a proposta.