Estudo de tráfego para empreendimentos que geram viagens, com diagnóstico viário do entorno, análise de acessos e proposição de medidas conforme as diretrizes municipais.
O Relatório de Impacto de Trânsito é o estudo técnico que avalia os efeitos de um empreendimento sobre a circulação de veículos e pedestres no seu entorno. Ele trata de um tema específico: mobilidade. Enquanto o Estudo de Impacto de Vizinhança abrange um conjunto amplo de impactos urbanos, o RIT concentra a análise em geração de viagens, acessos, capacidade das vias, estacionamento, carga e descarga e segurança viária.
Empreendimentos que concentram deslocamentos são chamados de polos geradores de viagens. Escolas, supermercados, shoppings, hospitais, clínicas, academias, centros de distribuição, indústrias e condomínios de grande porte entram nessa categoria dependendo do porte e da operação. Nem todo empreendimento gera exigência de RIT: o enquadramento depende das diretrizes municipais aplicáveis, da atividade pretendida e do porte.
O conteúdo exigido também varia. Alguns processos pedem análise simplificada de acessos e vagas; outros exigem contagens de tráfego, estimativa de geração de viagens, distribuição pelos acessos, análise de desempenho das interseções críticas e proposição de intervenções viárias. Elaborar mais do que o exigido encarece o processo, e elaborar menos gera devolução.
A LHGEO Engenharia atua na leitura das diretrizes recebidas, no levantamento de campo, no diagnóstico viário e na elaboração do relatório no nível solicitado, com apoio técnico durante a análise. O estudo instrui o processo e não substitui a decisão do órgão de trânsito ou da Prefeitura.

Supermercados, lojas de material de construção, centros comerciais e serviços com alto fluxo de clientes concentram viagens em horários específicos.
Atividades com embarque e desembarque intenso exigem análise de fila, acumulação em via pública e área interna de manobra.
A operação envolve veículos de carga, com necessidade de análise de rota, giro, pátio, carga e descarga fora da via pública.
Número de vagas, acessos, rampa, acumulação na entrada e efeito sobre a via local entram na avaliação.
O empreendedor recebe exigência de estudo de tráfego ou de impacto viário, com prazo definido, muitas vezes junto ao EIV.
Mudança de atividade e ampliação de área costumam alterar a geração de viagens e reabrir a análise viária.
Atividade, porte, área, número de vagas, horários de funcionamento, perfil de usuários e frota envolvida.
Hierarquia das vias, sentidos, geometria, sinalização, interseções críticas, faixas, canteiros e condições de pavimento.
Contagens classificadas de tráfego e observação da operação atual, quando exigidas pelo nível do estudo.
Estimativa de viagens produzidas e atraídas, distribuição pelos acessos e identificação dos períodos críticos.
Localização e largura dos acessos, raios de giro, acumulação interna, circulação, conflito entre veículos e pedestres.
Suficiência de vagas, dimensionamento das áreas de manobra e solução para operações de carga sem uso da via pública.
Calçadas, travessias, rotas acessíveis e interface com pontos de transporte coletivo existentes no entorno.
Proposição de ajustes de acesso, sinalização, geometria, faixas de acumulação e organização da operação, quando cabível.
Identificação do nível de estudo solicitado e dos itens obrigatórios conforme as diretrizes municipais aplicáveis.
Compreensão de acessos, vagas, fluxos internos e do funcionamento real do empreendimento.
Observação do entorno, cadastro da geometria e sinalização e contagens de tráfego, no escopo definido.
Cálculo da geração de viagens, distribuição e verificação dos pontos críticos nos horários de pico.
Definição de ajustes de projeto e de intervenções viárias proporcionais aos impactos identificados.
Consolidação do documento com peças gráficas e resposta técnica às exigências recebidas na análise.
O valor é definido caso a caso, depois de entender o escopo real. Não divulgamos tabela fixa, porque situações diferentes exigem trabalhos diferentes.
O relatório é elaborado com responsabilidade técnica registrada sobre a atividade efetivamente contratada e compatível com a atribuição do responsável. Intervenções de projeto viário, sinalização ou obra que exijam atribuição específica são indicadas no escopo para que sejam assumidas por profissional legalmente habilitado. O estudo instrui o processo e não assegura aprovação, que é decisão do órgão competente.
O RIT trata especificamente de trânsito, mobilidade, acessos e estacionamento. O EIV é mais amplo e abrange adensamento, equipamentos públicos, infraestrutura, paisagem urbana, resíduos e outros temas, podendo incluir um capítulo de mobilidade. Alguns municípios exigem os dois documentos, com conteúdos distintos.
Depende da atividade, do porte e das diretrizes municipais aplicáveis. Atividades com grande concentração de deslocamentos em horários específicos tendem a ser enquadradas, mas a definição é feita caso a caso, com base na legislação local e na análise do órgão competente.
Quando o nível de estudo exigido inclui análise de desempenho viário, sim. Em análises mais simples, focadas em acessos e vagas, a contagem pode não ser necessária. Isso é definido pela exigência recebida.
Não. O documento fundamenta tecnicamente a análise, e a decisão é do órgão competente, que pode solicitar complementações ou condicionar a aprovação à execução de medidas.
O custo varia com o nível de estudo, o número de interseções analisadas, a extensão das contagens e a complexidade da operação. Um estudo simplificado de acessos e um estudo completo com análise de desempenho têm custos bem diferentes.
Sim, quando o processo exige as duas peças. Trabalhar as duas de forma integrada evita informações contraditórias entre os documentos, que é uma causa comum de exigência adicional.
Frequentemente sim. Reposicionar acessos, aumentar a área de acumulação interna, separar fluxos de carga e clientes e reorganizar a circulação interna reduzem impactos e simplificam a análise. Quanto mais cedo isso é discutido, menor o custo da alteração.
Descreva a situação, envie fotos, documentos e o endereço. A análise do escopo define o que é realmente necessário, o que pode ser assumido tecnicamente e a proposta.