Levantar poços, caixas, bocas de lobo e cotas de tampa e fundo, reconstituindo o traçado e o caimento das redes.
Cadastro de redes é o levantamento topográfico dos elementos visíveis e acessíveis do sistema: poços de visita, caixas, bocas de lobo, hidrantes, registros e pontos de lançamento. De cada um se obtêm posição, cota de tampa e, quando acessível, cota de fundo e direção das ligações.
Com esses dados é possível reconstituir o traçado e o caimento dos trechos entre elementos, informação essencial para diagnóstico de refluxo, dimensionamento de ampliação, projeto de intervenção viária e prevenção de conflito com outras redes.
É importante entender o limite do método. A topografia mede o que está acessível. Trechos enterrados sem elemento de acesso, ligações não visíveis e redes sem cadastro documentado só podem ser inferidos, e essa distinção fica sempre registrada na entrega.
É necessário verificar caimentos e cotas reais da rede para entender por que o escoamento falha.
A nova rede precisa se conectar em cota compatível, o que exige conhecer o fundo dos poços existentes.
A obra precisa saber onde estão as redes e em que cota estão as tampas e as caixas.
A rede foi executada ao longo dos anos sem cadastro consolidado e precisa ser levantada.
Delimitação das ruas, das redes e dos tipos de elemento que entram no cadastro, e do detalhe exigido em cada um.
Implantação do apoio planialtimétrico, condição para que as cotas de tampa e fundo sejam comparáveis entre si.
Medição de posição e cota de tampa, e abertura dos elementos acessíveis para leitura de fundo e direção das ligações.
Traçado entre elementos, com apuração de extensão e caimento, e diâmetros conforme observado ou informado.
Entrega por camadas, com registro claro do que foi medido, do que foi informado e do que não pôde ser acessado.
Levantamento de posição e cota dos elementos em vias com obstrução e em áreas urbanas adensadas.
Produtividade no cadastro de elementos em vias abertas, com boa cobertura de satélite.
Aplicado quando a análise de caimento exige precisão vertical superior à obtida por GNSS.
Medição da profundidade interna dos elementos abertos, complementando a cota de tampa levantada.
A combinação de equipamentos é definida conforme o objetivo do trabalho, o porte da área e a precisão necessária. Não há um único arranjo aplicável a todos os casos.
O valor é definido caso a caso, após entender escopo e condições de campo. Não trabalhamos com tabela fixa divulgada.
O cadastro é executado por profissional habilitado, com ART quando aplicável, e representa os elementos efetivamente medidos nas condições registradas.
Por medição direta, apenas o que é acessível pelos elementos abertos. O trecho entre poços é reconstituído a partir das leituras de fundo, e essa condição é registrada.
Porque é ela que define o caimento real da rede. Sem a cota de fundo, não é possível avaliar escoamento nem dimensionar interligação em cota compatível.
Para leitura de fundo e das ligações, sim, com autorização, sinalização e procedimentos de segurança adequados.
Serve como base geométrica: mostra cotas, caimentos e capacidade de escoamento aparente. O diagnóstico hidráulico é feito pelo projetista com esses dados.
Sim. O procedimento é o mesmo, com escopo reduzido e frequentemente mais detalhado, por incluir ligações internas.
Ficam identificados como não acessados no cadastro e no relatório, sem inferência apresentada como medição.
Envie a localização, os documentos disponíveis e a finalidade do trabalho. A análise do escopo define método, entregáveis e proposta.