Levar coordenadas oficiais até o ponto de interesse e colocar levantamentos antigos no mesmo sistema de referência.
Transporte de coordenadas é o procedimento que leva a referência oficial até o ponto onde o trabalho será executado. A partir de estações de referência ou de marcos conhecidos, determina-se a coordenada de um ponto novo, com precisão avaliada e documentada.
Existe também a situação inversa e muito comum: um levantamento antigo, feito em sistema local ou arbitrário, precisa ser colocado no sistema oficial vigente para ser comparado com documentos atuais, com projetos ou com outras plantas.
Nos dois casos, o valor do serviço está na rastreabilidade. O relatório informa a origem da referência, o método, o processamento e a precisão obtida, o que permite justificar tecnicamente por que aquelas coordenadas podem ser usadas.
A planta existente não tem amarração oficial e precisa ser convertida para uso em projeto ou documentação.
Dois levantamentos da mesma área não coincidem porque cada um adotou referência diferente.
O projeto, o órgão ou o registro exige coordenadas no sistema geodésico vigente.
A obra retomada anos depois precisa recuperar e amarrar o sistema utilizado originalmente.
Levantamento do que existe: marcos, monografias, plantas antigas e sistema declarado em cada documento.
Coleta GNSS nos pontos que serão amarrados, com tempo de sessão adequado à precisão pretendida.
Processamento a partir de estações de referência ou marcos conhecidos, com avaliação da qualidade das soluções.
Transformação do levantamento existente para o sistema vigente, com verificação de consistência sobre pontos comuns.
Registro da origem da referência, do método, dos resíduos e da precisão obtida, permitindo auditoria do resultado.
Determinação de coordenadas com processamento vinculado, base do transporte de referência.
Vinculação ao sistema oficial vigente, com avaliação da qualidade em função da distância e do tempo de sessão.
Uso de pontos identificáveis nos dois sistemas para validar a conversão e quantificar as diferenças remanescentes.
A combinação de equipamentos é definida conforme o objetivo do trabalho, o porte da área e a precisão necessária. Não há um único arranjo aplicável a todos os casos.
O valor é definido caso a caso, após entender escopo e condições de campo. Não trabalhamos com tabela fixa divulgada.
O relatório é emitido por profissional habilitado, com ART quando aplicável, e declara a referência utilizada, o método e a precisão obtida.
É determinar a coordenada de um ponto novo a partir de referências conhecidas ou de estações de referência, com processamento e precisão documentados.
Sim, quando é possível identificar em campo pontos comuns aos dois sistemas. A conversão é verificada sobre esses pontos e as diferenças são declaradas.
Normalmente porque adotaram referências diferentes, ou porque uma delas está em sistema local sem amarração oficial.
O sistema geodésico oficial vigente adotado no país. O sistema efetivamente aplicado em cada trabalho é declarado no relatório de entrega.
Não. O transporte determina coordenadas; a implantação materializa pontos estáveis para uso continuado. Muitas vezes os dois são contratados juntos.
Comparando a precisão declarada no relatório com a exigência da finalidade pretendida, seja projeto, registro, obra ou monitoramento.
Envie a localização, os documentos disponíveis e a finalidade do trabalho. A análise do escopo define método, entregáveis e proposta.