Representação do terreno em planta, com perímetro, área e elementos existentes, quando o relevo não é a informação decisiva.
Levantamento planimétrico é o levantamento que representa o terreno em planta, isto é, na horizontal: divisas, perímetro, área, construções, muros, calçadas, acessos e outros elementos visíveis. Ele não traz a informação de altura, ou seja, não gera cotas nem curvas de nível.
É indicado quando a dúvida do cliente é de posição e dimensão: onde está a divisa, quanto o terreno tem de área, como as construções se distribuem, qual a distância entre o muro e a edificação. Para terrenos planos ou trabalhos que não envolvem movimentação de terra, o planimétrico costuma ser suficiente.
Quando o projeto depende do relevo, como implantação com aterro, drenagem, acessibilidade de rampas ou cálculo de volume, o planimétrico deixa de ser adequado e o trabalho passa a exigir o levantamento planialtimétrico, que agrega a altimetria.
Necessidade de uma planta confiável do perímetro e da área, para negociação, documentação ou verificação de invasão.
Arquitetura ou implantação simples em área sem variação relevante de nível, onde a altimetria não determina as decisões.
Registro em planta das construções, muros, acessos e áreas pavimentadas para uso interno, condominial ou documental.
Peça gráfica com medidas confiáveis das divisas e das construções, para acompanhar laudo, memorial ou processo administrativo.
Alinhamento sobre o que deve ser representado: apenas o perímetro, ou também construções, muros, pavimentação, árvores e elementos de rua.
Implantação dos pontos de apoio necessários para cobrir toda a área com boa visada, especialmente em terrenos com muros e vegetação.
Levantamento das divisas, dos cantos de construção e dos detalhes definidos no escopo, com amarração ao apoio implantado.
Cálculo de coordenadas, fechamento do polígono e desenho da planta com dimensões, área e confrontações identificadas.
Conferência do desenho contra as anotações de campo, comparação com o documento do imóvel e entrega dos arquivos.
Adequada para o detalhamento planimétrico em áreas urbanas, com boa definição de cantos de construção e alinhamentos.
Acelera o levantamento em áreas abertas e permite amarrar a planta a um sistema de coordenadas.
Em terrenos mistos, o apoio é levantado por satélite e o detalhamento sob obstrução é feito com estação total.
A combinação de equipamentos é definida conforme o objetivo do trabalho, o porte da área e a precisão necessária. Não há um único arranjo aplicável a todos os casos.
O valor é definido caso a caso, após entender escopo e condições de campo. Não trabalhamos com tabela fixa divulgada.
O levantamento é conduzido por profissional habilitado, com emissão de ART quando o serviço contratado assim exigir.
O planimétrico representa apenas a posição dos elementos em planta. O planialtimétrico acrescenta a altimetria, com cotas e curvas de nível, permitindo estudar relevo, drenagem e movimentação de terra.
Serve quando o terreno é praticamente plano e o projeto não depende de cotas. Se houver desnível relevante, rampas, aterro ou drenagem, o planialtimétrico é o levantamento adequado.
Sim, a área é calculada a partir do perímetro medido em campo, o que permite comparar com a metragem descrita no documento do imóvel.
Não. Cálculo de volume depende de informação de altura. Para isso é necessário levantamento com altimetria.
Não é obrigatório, mas ajuda quando existem dúvidas sobre marcos antigos, limites históricos ou acesso a partes fechadas do terreno.
Pode, desde que o conteúdo atenda ao que o destinatário exigir. Vale confirmar o padrão solicitado antes da execução, já que exigências variam conforme o procedimento.
Envie a localização, os documentos disponíveis e a finalidade do trabalho. A análise do escopo define método, entregáveis e proposta.